NOVA IGUAÇU - Garoto de 4 anos se afogou na piscina. Família acusa clube de Nova Iguaçu de negligência e organiza manifestação.

Os momentos de agonia que levaram Thayllon Lucas Paula Ferreira, de 4 anos, à morte não saem da cabeça de sua avó, Raquel de Jesus da Silva. O menino morreu afogado no parque aquático Paradiso Clube, em Nova Iguaçu, no último sábado, e Raquel acusa o clube de negligência. Ela organiza um protesto em frente ao parque, no dia 1º de novembro.

— Meu neto não sabia nadar, aspirou muita água antes de ser socorrido e não foi levado para a enfermaria — lembra a avó: — Quando tentamos sair do clube, tivemos diversas dificuldades: o portão estava trancado e demoraram para abrir. Depois, o carro quebrou no meio do caminho para a UPA de Cabuçu. Tivemos que pedir carona, mas quando chegamos lá o Thayllon já estava morto.

De acordo com a avó, que mora em Edson Passos, Mesquita, o parque estava cheio e, num descuido, Thayllon, foi da piscina das crianças, para a outra, maior.

Raquel cuidava do neto desde que ele tinha 1 ano e, no mês passado, pediu a guarda da criança. Ela contou que o pai e a mãe do menino tinham envolvimento com o tráfico de drogas. O pai morreu há quatro anos e a mãe só o visitava de vez em quando.

Policiais da 56ª DP (Comendador Soares), que estão investigando o caso, fizeram perícia no clube e ouviram algumas testemunhas. Os responsáveis pelo parque aquático Paradiso Clube disseram que todo o atendimento necessário foi prestado à família.


Via Jornal Extra
24/10/2014
NOVA IGUAÇU - A Justiça Federal suspendeu uma liminar que impedia o acesso da Comissão Nacional da Verdade (CNV) à folha de alterações — registro interno de atividades diárias dos militares — do coronel reformado do Exército Cyro Guedes Etchegoyen, já morto. Ele integrou o Centro de Informações do Exército e, segundo depoimento do coronel Paulo Malhães, chefiou a instalação da Casa da Morte, centro militar clandestino de tortura em Petrópolis (RJ).

A decisão foi tomada pela desembargadora federal Vera Lúcia Lima, da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (Rio de Janeiro), que aceitou recurso da Advocacia Geral da União e determinou a suspensão dos efeitos da liminar obtida pela viúva do coronel, Mary Alves da Cunha Etchegoyen.

Em agosto deste ano, Mary entrou com ação ordinária, com pedido de liminar, na 12ª Vara Federal do Rio de Janeiro, para que os documentos não fossem entregues à CNV. Na ação, a viúva alega intenção de “preservar a memória do marido, seu direito personalíssimo à imagem, honra e dignidade”. O pedido foi concedido pelo juízo de primeira instância.

Ao recorrer da decisão, a CNV alegou que a lei que a criou lhe dá o poder de “requisitar informações, dados e documentos de órgãos e entidades do poder público, ainda que classificados em qualquer grau de sigilo”. A comissão afirmou, ainda, que as informações são de natureza administrativa (não pessoal) e que a CNV e o Ministério da Defesa concordaram em permitir o acesso às folhas, desde que "os dados extremamente pessoais não fossem disponibilizados.

As folhas de alterações são documentos de responsabilidade da organização militar, destinados ao registro semestral das alterações relativas aos militares da ativa, como mudança de posto, promoções e recebimento de diárias para deslocamento publicadas nos boletins internos das forças em que atuaram os militares.

Antes de rever a liminar, Vera Lúcia pediu parecer do Ministério Público Federal. O procurador Aluísio Firmo Guimarães da Silva, da Procuradoria Regional da República da 2ª Região, em parecer do dia 14 de outubro, afirma que a “gravidade dos fatos apurados pela CNV justifica os poderes a ela conferidos, inclusive, [o acesso a] documentos sigilosos”.

Em março deste ano, o coronel reformado do Exército Paulo Malhães afirmou que o coronel Etchegoyen foi chefe da Casa da Morte de Petrópolis e que usava o codinome de Doutor Bruno. No mês seguinte aos depoimentos,Malhães foi assassinado em sua casa, em Nova Iguaçu (RJ). Segundo a polícia, ele foi asfixiado. Com informações da Agência Brasil.



Via ConJur
24/10/2014
NOVA IGUAÇU - Ouvidores de diversas unidades públicas de saúde da Baixada Fluminense participaram do 7° Fórum de Ouvidorias da Saúde, realizado no Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI/Hospital da Posse), no último dia 20.

O encontro teve como objetivo discutir novas técnicas de ação e trocar experiências bem sucedidas, aliando a atuação dos setores no atendimento prestado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para o secretário de saúde de Nova Iguaçu, Luiz Antônio Teixeira Junior, as ouvidorias representam um papel fundamental na assistência em saúde, contribuindo nas ações que vêm sendo promovidas pelo prefeito Nelson Bornier na reestruturação da saúde iguaçuana.

“As ouvidorias são um importante elo, entre a gestão e a população, ajudando a detectar possíveis falhas na assistência e melhorar a qualidade no atendimento. Nas Clínicas da Família, por exemplo, estão sendo instaladas urnas, onde a população pode relatar sua reclamação, sugestão e até mesmo elogio, recebendo uma resposta sobre o caso o quanto antes. A ideia é que toda rede de atenção básica do município também tenha esse canal de comunicação, que vêm nos ajudando a melhorar ainda mais a assistência em saúde das nossas unidades e também no Hospital da Posse”, garante. 

A coordenadora geral das ouvidorias de saúde do município de Nova Iguaçu, Roberta Titonel, ressalta que o encontro reflete a preocupação dos gestores em atuar intensivamente nas melhorias da saúde.

“Em alguns casos, as soluções ajudam não somente um paciente, mas outros que não chegaram a fazer o relato, mas vivem ou viveram a mesma experiência, positiva ou negativa. Por isso, a importância de manter uma atualização diária e uma ouvidoria atuante”, afirma Roberta Titonel.

Para o diretor do Hospital da Posse, Joé Sestello, o diferencial é conhecer de perto as necessidades e procurar soluções rápidas. “As equipes de ouvidora e enfermagem do hospital realizam busca ativa na emergência e nas enfermarias, ouvindo o paciente, o acompanhante e até mesmo o funcionário. Os questionamentos são oficializados e com isso, as soluções para o caso passam a ser mais rápidas e eficientes. Além disso, disponibilizamos canais de comunicação pessoal, via email ou telefone, para facilitar e agilizar o acesso da população ao setor”, disse.

Participaram também do fórum, a ouvidora da Secretaria Estadual de Saúde, Márcia Lopes, o ouvidor geral da Prefeitura de Nova Iguaçu, Almeida dos Santos, e representantes das ouvidorias dos municípios de São João de Meriti, Belford Roxo, Itaguaí, Duque de Caxias, Japeri e Magé.




Via HGNI
24/10/2014
NOVA IGUAÇU - Incentivada pelo trabalho do coletivo Meninas Black Power, estudante de 14 anos resolveu assumir cabelos crespos e diz que não se trata apenas de não alisá-los, mas de assumir sua verdadeira forma. “Hoje posso bater no peito e dizer que sou descendente de africanos e tenho muito orgulho disso. (...) De agora em diante, não vou ser influenciada pelas pessoas: eu vou influenciá-las”, afirma Nathane.

Nathane sempre recebeu apelidos na escola por causa do cabelo crespo e da cor negra. “Eu ficava me perguntando: ‘por que eu nasci assim?’, ‘por que eu não tenho o cabelo normal, liso ou cacheado?’. Toda vez que eu olhava para o espelho, me achava feia, achava que as pessoas iam rir de mim. E, cada vez que isso acontecia, mais eu me frustrava”. Até que um dia, ao faltar à aula para alisar o cabelo, soube que coletivo Meninas Black Power havia visitado a escola onde estuda, no bairro de Tinguá, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Após se informar sobre o trabalho do grupo – que incentiva “a consciência do valor deste cabelo crespo natural e outras características naturalmente pretas”, “através de atividades educativas direcionadas para o público infantojuvenil e mulheres pretas” –, viu que não precisava ter vergonha de assumir suas características naturais.
“Quando eu falo em deixar o cabelo natural, não falo somente em não alisar os cabelos, mas sim em assumir minha verdadeira forma. Estou pronta para isso. E, quando as pessoas virem meu cabelo natural, vão saber que eu não tenho vergonha de ser quem eu sou: negra. Hoje posso bater no peito e dizer que sou descendente de africanos e tenho muito orgulho disso”.
Atualmente, aos 14 anos, Nathane cortou toda a parte do cabelo alisada por química (técnica conhecida como big chop) e ostenta o cabelo crespo. “Tinha dúvidas, mas decidi que vou enfrentar meus medos e que, de agora em diante, não vou ser influenciada pelas pessoas: eu vou influenciá-las. (...) Quero que a professora Jaciana e as Meninas Black Power saibam que elas estão sendo muito importantes na minha vida, pois estão me ajudando a superar meus medos”.
 Por Jaciana Melquiades, para o Meninas Black Power
Quem é a menina black power?
Nathane já é conhecida nossa. Ela tem 14 anos, estuda na escola que atuamos em Tinguá e aos poucos vem construindo sua identidade de mulher preta e crespa. Passou pela transição. Trançou, retrançou, fez o big chop... e trançou de novo os cabelos imediatamente. Mas a vontade de ver seus cabelos livres falou mais alto! Um mês depois do big chop tirou as tranças e ostenta um crespo lindo. O pai deu a ela seu primeiro pente garfo: ele mesmo fez e relembra os tempos em que ele também usava os cabelos Black Power, na década de 1970. Pensamos então que seria bem bacana acompanharmos esse processo de perto. Antes, vamos conhecer um pouquinho mais dela. Temos dois relatos escritos por ela e uma entrevista que fizemos para que ela falasse de assuntos que nos são interessantes! Vamos ver?
O complexo

09 de Dezembro de 2013
Na escola sempre me colocavam apelidos por causa do meu cabelo ou da minha cor. No começo eu não ligava, mas começou a ser frequente. E eu ficava me perguntando: "por que eu nasci assim?", "por que eu não tenho o cabelo normal, liso ou cacheado?".
Toda vez que eu olhava para o espelho, me achava feia, achava que as pessoas iam rir de mim. E cada vez que isso acontecia mais eu me frustrava. Dava vontade de passar o dia dormindo. Quando me chamavam para sair, eu não ia, pois achava que não era digna de ser vista pelas pessoas.
Hoje em dia superei isso, estou aprendendo que não importa o que acham de você, mas sim o conceito que você tem de si mesmo. Mas às vezes esse complexo volta como pesadelo e não dá vontade nem de levantar da cama.
A decisão

15 de Fevereiro de 2014
Quando comecei a pensar em deixar de relaxar o cabelo, fiquei com muitas dúvidas. No meu coração eu sentia que seria bom, mas minha cabeça dizia que eu não ia gostar. Tinha medo do que as pessoas iam falar, mas ao mesmo tempo queria saber como seria minha vida se fizesse isso.
Tinha dúvidas, mas decidi que vou enfrentar meus medos e que de agora em diante não vou ser influenciada pelas pessoas: eu vou influenciá-las. Estou muito feliz, pois as pessoas que eu amo estão me apoiando nessa nova fase da minha vida. Um dos motivos que me levou a tomar essa decisão foram as pessoas que acreditam em mim e no meu potencial e quero que essas pessoas sintam mais orgulho de mim e não irei decepcioná-las. Quero que a professora Jaciana e as Meninas Black Power saibam que elas estão sendo muito importantes na minha vida, pois estão me ajudando a superar meus medos. Eu agradeço à Deus por ter colocado vocês na minha vida.
Com vocês estou aprendendo mais sobre meus antepassados, estou aprendendo que não é ruim ser diferente. Agora penso que cada vez que eu alisava o cabelo, eu rejeitava meus antepassados, eu rejeitava tudo o que eles sofreram para eu ser livre, para eu ter direitos na sociedade hoje.
Quando eu falo em deixar o cabelo natural, não falo somente em não alisar os cabelos, mas sim em assumir minha verdadeira forma. Estou pronta para isso. E quando as pessoas virem meu cabelo natural, vão saber que eu não tenho vergonha de ser quem eu sou: negra. Hoje posso bater no peito e dizer que sou descendente de africanos e tenho muito orgulho disso.
Entrevista

Esta entrevista foi feita dia 01 de agosto de 2014, um pouquinho antes do Big Chop.
MBP - Como foi que você percebeu que precisava mudar a forma como lidava com seus cabelos?

Nathane - Sempre alisei mas não tinha satisfação. Um dia faltei aula para ir ao salão alisar o cabelo e soube pelos meus amigos que vocês (Meninas Black Power) tinham ido à escola. Fiquei triste por não ter encontrado vocês mas fiquei curiosa pra saber do que falavam.
MBP - Qual foi a sua sensação quando viu tantas mulheres crespas juntas?

N - Me senti enganada. Sempre ouvi que meu cabelo era feio e vi em vocês que era mentira. Vi que eu não precisava ter vergonha do meu cabelo.
MBP - Como foi conversar com seus pais sobre a transição e a sua vontade de usar os cabelos crespos?

N - Minha mãe aceitou bem, mas meu pai teve muito receio porque eu já fui muito triste por causa do meu cabelo. Eu tinha um "complexo", não queria sair de casa e ele ficou preocupado que esse "complexo" voltasse.
MBP - Como são os comentários que você já começou a ouvir?

N - Meus amigos apoiam, mas os comentários negativos de outras pessoas que nem conheço ainda me deixam triste.
MBP - Você pensa em relaxar o cabelo?

N - Não. De jeito nenhum.
MBP - Quais os desafios você acha que vai enfrentar usando seu cabelo natural?

N - Críticas, preconceitos, vou ter que enfrentar as pessoas que acham que eu tenho que ter cachos. Tenho primas que tem cachos, isso é visto com bons olhos, e as pessoas não conseguem entender que o que eu quero é deixar meu cabelo natural como ele é. Pensam que entrei em transição para relaxar. Acho que preferem não me ouvir. Não quero relaxar, nem cachinhos feitos no salão, quero meu cabelo natural como ele é.





Via brasil247
24/10/2014
NOVA IGUAÇU - A Secretaria de Transporte, Trânsito e Mobilidade Urbana de Nova Iguaçu (SEMTMU) publicou na edição desta quinta-feira (23) do Diário Oficial, que circula encartado no jornal ZM Notícias, o calendário de vistoria dos veículos de transporte escolar, referente ao segundo semestre de 2014. 

As datas (veja o gráfico em anexo) vão de 15 a 26 de dezembro, por ordem de final de placa. O secretário Rubens Borborema disse que o permissionário que não submeter seu veículo à vistoria, de acordo com o calendário, previsto na Portaria nº 243/SEMTMU, “estará imediatamente impedido de operar os serviços e sujeito à implicação das demais penalidade” prevista no Código de Trânsito Brasileiro. 

O formulário do requerimento para a vistoria, que deverá ser protocolado até o dia 12 de dezembro, na SEMTU, já está à disposição dos permissionários na própria sede da secretaria, na rua Reverendo João Musch, 34, no bairro Califórnia, e no site http://semtmu-pmni.webnode.com. 

O requerimento deverá ser acompanhado, no ato do protocolo, dos seguintes documentos: cópia da CNH atualizada, Certificado de Registro de Licenciamento de Veículos (CRLV), referente ao exercício de 2014; comprovante de pagamento da taxa de vistoria referente ao 2º semestre de 2014; comprovante de quitação com os tributos municipais 2014. 

Será exigida ainda, apólice, atualizada, de seguro em favor de terceiros; Certificado de Inspeção e Certificado de Segurança Veicular do GNV, se o carro for a gás; comprovante de pagamento da Taxa de Expediente; Nada Consta da CNH (documento do DETRAN); taxa de fiscalização de veículo, referente a 2014; Atestado Médico de Sanidade física e Mental, tanto do titular quanto do motorista auxiliar e também do acompanhante. 

Borborema lembra que os documentos não autenticados deverão ser apresentados na SEMTMU juntos com o original para confronto. Será exigido ainda o tacógrafo com sua respectiva documentação. 


DATA
PLACA


15/12/2014
0 e 1
16/12/2014
1 e 2
17/12/2014
2 e 3
18/12/2014
3 e 4
19/12/2014
4 e 5
20/12/2014
5 e 6
21/12/2014
6 e 7
22/12/2014
7 e 8
23/12/2014
8 e 9
26/12/2014
0 e 9
(tabela da vistoria)




Via PMNI
23/10/2014
NOVA IGUAÇU - A Prefeitura de Nova Iguaçu, através da Secretaria de Defesa Civil e Ordem Pública, realizou hoje (22), mais uma operação choque de ordem. Dessa vez, a ação foi no Bairro Rosa dos Ventos. Com uma equipe de 20 agentes, 30 carcaças de veículos foram retiradas da Rua Berna.

Através de uma solicitação dos moradores, os agentes chegaram ao local que também sofria com acúmulo de insetos, ratos e muito mato. “A via deixou de ser mão dupla e estava funcionando apenas em uma mão, impedindo o tráfego de pedestres e veículos”, disse o secretário de Defesa Civil de Nova Iguaçu, Luiz Antunes.

O dono de uma oficina que funciona na região foi notificado para que, depois de limpo, nenhum tipo de material seja descartado no local. A Secretaria de Defesa Civil de Nova Iguaçu atua com frequência em operações de choque de ordem. "Através de ações como esta, a prefeitura já atuou em todos os bairros da cidade. Temos um grande volume de solicitações. Em 18 meses, mais de 500 carcaças já foram retiradas da cidade”, afirma Antunes.

Na próxima semana, uma reunião será realizada com representantes da Defesa Civil de Nova Iguaçu, Polícia Rodoviária Federal e Nova Dutra, onde será agendada uma ação em conjunto para a repressão de ferros velhos ao longo da via, nos dois sentidos. 

Os moradores que quiserem denunciar situações de desordem urbana podem entrar em contato com a Defesa Civil de Nova Iguaçu através dos telefones 2668-2681 e 2668-3537, ou ainda fazer a solicitação pessoalmente, na sede do setor, que fica na Rua Itacuruça, nº 137, Centro.



Via PMNI
23/10/2014
NOVA IGUAÇU - A mulher do professor de história Michel Cordeiro da Silva, de 31 anos, encontrado morto nesta quarta-feira (22) após desaparecer no mar da Praia da Reserva, na Zona Oeste do Rio, no Dia do Professor (15), entrou com uma queixa-crime no Ministério Público Militar (MPM) denunciando a falta de salva-vidas suficientes na área onde o marido desapareceu. Daiana Machado Rezende, que é advogada, contou ao G1 que fazia muito tempo que o marido não ia surfar no local.

"Estou enviando isso contra o Corpo de Bombeiros e o Governo do Estado porque houve uma omissão", afirmou. A deputada Janira Rocha (PSOL), enviou nesta terça-feira um ofício à CET-RIO, pedindo imagens das câmeras em frente ao ponto onde Michael se afogou.

Segundo Daiana, oito pessoas se afogaram no local no mês passado e três morreram. Daiana afirmou que os afogamentos têm sido constantes na Praia da Reserva em frente ao quiosque Ilha 5. O G1 tentou contato com o Corpo de Bombeiros e com o MPM, mas até a publicação desta reportagem não havia tido resposta.

"O fato é que ele se afogou. Não sabemos se o colega dele ajudou ou foi procurar ajuda", disse.

Daiana esteve no Instituto Médico Legal (IML) na tarde desta quarta para fazer o reconhecimento do corpo do marido. A aliança do casamento ajudou no reconhecimento.

"O corpo estava totalmente irreconhecível", lamentou. "O que me fez reconhecê-lo foi a marca que ele tinha na barriga. Já estava me preparando para que ele não estivesse vivo, mas é sempre um choque", contou.

A advogada disse que o marido havia sido promovido ao cargo de coordenador do colégio e do curso PEC, com filiais em Mesquita, Nilópolis e Nova Iguaçu, onde era professor de História para concursos do Exército. No entanto, ele ainda não tinha contado a boa notícia para ela.

"Ele foi à praia para comemorar essa promoção e o Dia dos Professores, mas ia me contar sobre a promoção no sábado seguinte (18). Soube disso pelo chefe dele", afirmou.

Os bombeiros do quartel do Recreio dos Bandeirantes encontraram o corpo do professor na manhã desta quarta. Segundo a corporação, os oficiais do Grupamento Marítimo da Barra da Tijuca e do Grupamento de Buscas e Salvamentos utilizaram botes, motos aquáticas, além de um grupo de mergulhadores e uma equipe de guarda-vidas durante as buscas realizadas após o desaparecimento da vítima.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a Praia da Reserva não conta com guardas-vidas fixos uma vez que não há alta frequência de banhistas. O Corpo de Bombeiros informou ainda que conta com 1.254 guarda-vidas em todo estado. A instituição afirma que se solidariza com a dor da família, e que os locais de salva-vidas em conta as estatísticas de salvamentos e a frequência dos banhistas para planejar a distribuição de militares pela orla.

O Ministério Público afirmou, em nota, que vai apurar a denúncia.



Via G1
23/10/2014
NOVA IGUAÇU - Um protesto publicado na última terça-feira, onde moradores de Miguel Couto reivindicavam a continuidade da obra inacabada feita pela concessionária, na bifurcação entre as Ruas Oscar e Sílvia, próximo ao Centro do bairro, foi respondido pela CEDAE. De acordo com relatos de moradores, a concessionária esteve no local para fazer reparos há mais de dois meses, porém, abandonou a obra, deixando uma cratera aberta interrompendo a passagem de veículos e pedestres.

Em contato com a concessionária e obteve a seguinte resposta: “O serviço são obras de melhorias do abastecimento da região, com a instalação de booster (conjunto de bombas que regula a pressão na rede) e sua interligação ao sistema com o assentamento de tubulações para distribuição de água, que devem ser concluídas até novembro.” A CEDAE informou ainda que o buraco havia sido sinalizado e protegido com tapumes, que foram retirados por moradores. A companhia se comprometeu em sinalizar novamente o local da obra.


Via Jornal Hora H
23/10/2014
NOVA IGUAÇU - Um acidente envolvendo um caminhão e uma motocicleta deixou um homem ferido na tarde de ontem, na decida do viaduto Adriano Hipólito, no Bairro da Luz, em Nova Iguaçu. Segundo moradores do local, o condutor da motocicleta, Luiz José de Meneses, teria atravessado o cruzamento da Rua Expedicionário, sem observar que o caminhão estaria logo na decida do viaduto.

Polícias estiveram no local colhendo depoimento das testemunhas e do motorista do caminhão. O motociclista, que estava sozinho na hora do acidente, foi levado para o Hospital Geral da Posse pelo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).

Via: Jornal de Hoje
23/10/2014
NOVA IGUAÇU - Durante todo o mês de outubro, as unidades de saúde de Nova Iguaçu estão realizando atividades para alertar as mulheres sobre a importância da realização do exame de mamografia. As profissionais de saúde da Clínica da Família de Cerâmica se vestiram de rosa e percorreram as ruas do bairro para chamar a atenção da população sobre o câncer de mama. A iniciativa faz parte das ações que o município vem desenvolvendo em comemoração ao Outubro Rosa.

Para o secretário de saúde de Nova Iguaçu Luiz Antônio Teixeira Júnior, a saúde da mulher é uma das prioridades na gestão do prefeito Nelson Bornier, por isso, o município tem desenvolvido ações para facilitar o acesso a serviços de prevenção a doenças. "Iniciativas como essa são fundamentais porque muitas vezes pela correria do dia a dia a mulher esquece da importância de realizar os exames regularmente. Em Nova Iguaçu todas as unidades de saúde da rede oferecem coleta de exames preventivos e a prefeitura fez convênios com clínicas particulares para a realização de mamografias e ultrassonagrafia das mamas. É importante lembrar que o câncer de mama tem 95% de chances de cura se detectado precocemente", ressaltou. 

A dona de casa Andreia da Silva, 42 anos, aprovou a ação. "A gente escuta casos de câncer de mama em todos os lugares, na família, na vizinhança, minha sogra teve câncer e foi um sofrimento muito grande, por isso, quanto mais informação a gente tiver, melhor", disse. 

Para realizar a mamografia em Nova Iguaçu , basta ir a uma unidade de saúde mais próxima de casa e fazer a solicitação do exame, que é indicado a mulheres entre 50 e 69 anos. A mamografia é um raio-X da mama que permite a descoberta da doença ainda em fase inicial, o que aumenta as chances de cura. 

Confira os dias , locais e horários de palestras sobre o câncer de mama nas unidades de saúde de Nova Iguaçu :
Policlínica de Santa Rita - 22/10, às 13h30
Clínica da Família de Jardim Roma- 27/10, atividades durante todo o dia
Clínica da Família de Corumbá - 28/10, às 8h
Clínica da Família Emília Gomes - 29/10, às 9h
Clínica da Família de Jardim da Viga - 30/10, às 9h.



Via ZM Notícias
21/10/2014